Uma comitiva com membros da Secretária Municipal de Políticas Públicas para Mulheres (SMPM), do Tribunal de Justiça do Piauí (TJ-PI) e da Procuradoria Geral do Município (PGM) conheceram a primeira Casa da Mulher Brasileira implantado na cidade de Campo Grande – MS que é referência para o Brasil como exemplo de política pública no enfrentamento à violência contra as mulheres.

A viagem teve o objetivo conhecer o equipamento e seu funcionamento. Na oportunidade, a técnica Marcia Paulino, servidora da prefeitura, coordenadora de ações temáticas da SEMU, Subsecretaria da Mulher de Campo Grande, disponibilizou dados, documentos, protocolos de serviço da casa, além de apresentar o fluxo de funcionamento e o sistema IRIS de comunicação integrado e informatizado, um dos pontos fortes e de destaque da Casa.

Thatyana Bernardes, do núcleo de enfrentamento da SMPM, representou a Secretária da Mulher, Karla Berger. Na ocasião, a técnica participou da visitação do presidente do TJ-PI desembargador Oliveira, juntamente com a juíza Keilla Ranielly e o juiz Rodrigo Tolentino, além do procurador Aurélio Lobão.

Como o exemplo adotado de Campo Grande, Teresina irá contar com esse mesmo equipamento que será edificado pelo governo federal e mantido pela prefeitura municipal de Teresina, através da Secretaria Municipal de Políticas Públicas para a Mulher, com o apoio primordial do Poder Judiciário e demais atores do sistema de proteção como a Defensoria, Secretaria de Segurança e órgãos de Assistência Social.

“Seremos o sétimo estado e é um projeto muito bonito. Nós precisamos muito desse espaço para acolher, apoiar e dar suporte às mulheres da nossa cidade”, destaca. Estamos ao lado do prefeito Dr. Pessoa para buscar um diálogo mais direto com o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH) para alavancar o projeto”, explica a secretária Karla Berger.

Atualmente, a Casa da Mulher Brasileira está implantada em seis capitais: Curitiba, São Paulo, Campo Grande, Fortaleza, São Luís e Boa Vista.